Será que Nietzsche explica o que acontece em Maringá?

Dia desses, encontrei jogado na casa de um amigo a obra mais conhecida do filósofo Friedrich Nietzsche, Assim Falou (falava) Zaratustra. Perguntei a ele se já havia lido, pois eu nunca tinha conseguido ler mais do que cinco dúzias de páginas.
Então ele me disse que essa obra era livro de cabeceira e que já havia lido muitas vezes. Confessou que na primeira vez começou a ler só para terminar, mas que ao final da leitura não tinha entendido nada. Foi quando percebeu que, para ler Nietzche, teria que ler duas linhas por dia e refletir bem antes de iniciar as próximas linhas.
Vou seguir seu conselho. Embora meu livro tenha páginas de papel higiênico, de tão ruim, vou retomar a leitura e ver se acho explicação para atitudes melindrosas que vem ocorrendo em Maringá, como exemplo, o corte de uma árvore centenária.

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